Quem se empenha no pensamento literário viaja longe, em espírito. Absorvido em contemplação, o seu pensamento recua milhares de anos; com o mínimo movimento o olhar atinge enormes distâncias; cria a música das pérolas e do jade, entre as linhas do poema, e testemunha a passagem do vento e das nuvens, à frente dos olhos.

in O Espírito Literário

pa_leio #27 - 30 de Junho de 2007
Na praia de Chesil - Ian McEwan

Desta vez deixo-vos só mesmo com isto. Sem resumos, sem críticas, sem comentários. Diz quem lê que estraga!

Está aí...

... e nós, estamos lá?

O Sr.José para os amigos



Lido em voz alta, por mim, para mim e para a C.. Aconselhado e emprestado pelo A..

Desde logo troquei o "Juarroz" por "José" para simplificar a coisa. Durante 40 minutos fui lendo e interrompendo. Ora para interiorizarmos o que lia, ora para olharmos uma para a outra com cara de caso "será isto possível?", "estaremos a pensar o mesmo?", ora simplesmente para nos rirmos.


No fim não trocámos muitas palavras mas ficou pelo menos uma ideia no ar: o Senhor Juarroz até pensava e dizia uma coisas acertadas mas tudo o que fazia era inútil e ridículo...

Deixo a questão: moral da história?

pa_leio #26 - 26 de Maio de 2007

A estrada - Cormac McCarthy

"O mundo da literatura não queria acreditar quando viu anunciar que o tímido, hiper-reservado, avesso a entrevistas, o homem que detesta falar da escrita e que o crítico Harold Bloom colocou entre os quatro grandes romancistas norte-americanos da actualidade (com Don DeLillo, Thomas Pynchon ou Philip Roth), estaria à conversa com Oprah Winfrey. Foi no passado mês de Março e seria a primeira entrevista de Cormac MacCarthy a uma estação televisiva.
Cormac - nome que poucos se atreveriam a ouvir pronunciar a par da superestrela Oprah -, acaba de vencer a edição de 2007 do Prémio Pulitzer na categoria de Romance, com o livro A Estrada, agora editado em português pela Relógio d'Água. Um livro que Oprah escolheu para integrar a sua lista literária pessoal, retirando-o da restrita (ainda que cada vez menos) corte de admiradores do escritor que não gosta de se dar a ver. A visibilidade valeu a venda de 138 mil cópias e tornou-o um dos livros mais populares.
Aos 73 anos, o autor de O Filho de Deus e Meridiano de Sangue - publicados em português com a mesma chancela - conquistou um dos mais prestigiados prémios nos Estados Unidos. Vale 7 300 euros e é atribuído anualmente pela Universidade de Columbia desde 1917.
Desde que foi publicado nos EUA, em Setembro de 2006, que o nono e último livro deste autor nascido em Rhode Island tem recebido o melhor acolhimento da crítica e é apontado como candidato a vencer alguns dos mais conhecidos prémios literários de 2007 (entre eles o Man Booker International).
A Estrada (no original The Road) fala de um mundo pós-apocalíptico na linguagem crua, despojada, a que McCarthy habituou os seus seguidores desde a edição, em 1965, de The Orchard Keeper (O Guarda do Pomar), o romance de estreia. "Naqueles primeiros anos, as estradas estavam cheias de refugiados amortalhados nas suas roupas. Usavam máscaras e óculos de protecção, sentados na berma com os seus andrajos no corpo, quais aviadores reduzidos à indigência. Traziam carrinhos de mão a abarrotar de bugigangas, puxavam carroças ou reboques. De olhos a brilhar no crânio. Carapaças de homens sem uma réstia de fé aos tropeções pelos viadutos, como bandos migratórios numa terra febril. A fragilidade das coisas enfim revelada."
É neste ambiente pós-nuclear que se desenvolve a A Estrada. Numa primeira leitura, narra a história de sobrevivência de um pai e de um filho. O jornal britânico The Observer classificou-o, no entanto, como uma meditação sobre a morte. A morte individual e a morte da humanidade.
A concorrer com McCarthy estavam Alice McDermott, com After This, e Richard Powers e The Echo Maker. Natasha Trethewey venceu na categoria de Poesia, com Native Guard e Debby Applegate ganhou em Biografia com The most Famous Man in America, que conta a vida de Henry Ward Beecher. Gene Roberts e Hank Klibanoff ganharam em História, com The Race Beat, e Lawrence Wright venceu em Ensaio por The Looming Tower: Al-Qaeda and the Road to 9/11. O saxofonista Ornette Coleman (77 anos) foi distinguido pelo álbum Sound Grammar."

in Diário de Notícias, 18/04/2007

pa_leio #25 - 21 de Abril de 2007

Um, ninguém e cem mil - Luigi Pirandello


«A revelação inesperada de que o seu nariz, ligeiramente torto, pende para o lado direito, leva Vitangelo Moscarda, pai de família e banqueiro influente, apelidado carinhosamente pela mulher de Gengè, aos limites da obsessão. A banal constatação da sua pequena imperfeição física provocará em Gengè comportamentos cada vez mais estranhos para os que o rodeiam, levando-o progressivamente à loucura e à quase bancarrota financeira.Humoristico e profundamente irónico, Um, ninguém e cem mil, foi o último romance publicado por Luigi Pirandello, Nobel da Literatura, e é considerado pela crítica como um dos pontos mais altos de toda a sua obra, onde o autor resume e aprofunda todo o seu universo, que marcou de forma original a literatura do sec XX. »
A Bertrand fala em 10% de desconto ficando a 12,15Euros. A Fnac oferece 3 versões com preços pró menino e prá menina: 4,90Euros, 7,41Euros ou 12,15Euros.


N.2

Como é que esta me andava a escapar??
Margarida Rebelo Pinto nem pensar!!!
Nem Coincidências, nem Crónicas, nem Almas de Pássaros, eu Sei lá!
Literatura que mal se pode designar como tal... historecas sem sentido, da maior futilidade que já li, com mil asneiras à mistura e que não vêm nada a propósito. Lá que essas histórias lhe passem pela cabeça, ou até mesmo pela vida, enfim! Agora pespegá-las no papel e pô-las à venda?? É preciso uma enorme pobreza!

pa_leio #24 - 31 de Março de 2007
Dom Casmurro - Machado de Assis


O autor coloca aqui a questão do ciúme e da traição, mas principalmente a questão da dúvida entre o que conhecemos das pessoas e aquilo que elas realmente são, através do narrador, Bentinho, que se julga traído por Capitu, sua mulher.

ATENÇÃO: A Editora Dom Quixote edita este livro em versão de bolso, que inclui uma biografia de Machado de Assis e uma apresentação crítica da autoria da Professora Ana Maria Mão-de-Ferro Martinho, a um generoso preço de 6,29Euros.

40º procura-se!

O pa_leio já conta com 39 membros. E por membro entende-se qualquer pessoa que já tenha vindo ao pa_leio pelo menos uma vez. Não é incrível?
Só é pena que 39 não tenha graça nenhuma... não é muito mais redondo 40??

Por onde anda o número 40? Acredito que estejas bem perto.. APARECE!

Quero anunciar que tenho um clube com 40 membros!! Vá lá!

A gerência promete uma boa recompensa :)

Alfredo Saramago
Convidou para almoçar
seguido de
Viagens do meu paladar

"O prazer de comer é..." ai o prazer de comer!
Alfredo Saramago é crítico da gastronomia e diz que em Portugal se come mal. Eu leio isto e começo com um nervoso miudinho a pensar no azar que este homem tem tido nos sítios por onde tem comido. Mas logo ele me diz que se todos nós experimentámos e conhecemos belos manjares que por este Portugal fora se vão fazendo não é sinal de que se coma bem. No geral são poucos os marcos gastronómicos e portanto no geral come-se mal em Portugal!

O título do livro é mesmo "Alfredo Saramago convidou para almoçar seguido de viagens do meu paladar". Convidou para almoçar este e aquele, comenta a refeição que teve com esse e aquele e pede a esses e aqueles para também comentarem esse refeição conjunta que tiveram. Viagens do meu paladar são crónicas de passeios que fez onde a procura da boa mesa foi bem sucedida e motivo de registo.
A ideia do livro é muito original, pelo menos para mim que nunca tinha lido nada sobre gastronomia a não ser aquelas colectâneas de notas sobre "os melhores restaurantes daqui e dali".

Ter de escolher entre o prazer de ler e o de comer é me tão difícil como ter de optar por um croquete ou um pastel de nata, ambos quentinhos... obrigam-me a ter de optar pelos dois, e depois perder algum tempo a decidir qual deles primeiro!
Como conclusão deste livro aqui fica o comentário: entre livros "sobre a mesa" e livros "sob a mesa" prefiro a segunda! Discutamos livros à mesa!

pa-leio #23 - 24 de Fevereiro de 2007
A morte de ivan Ilitch - Leão Tolstoi


Os caminhos da solidão ou os caminhos que levam um homem à solidão. Será que a solidão não passa de um estado de alma? Ou os elementos externos à nossa vontade poderão provocar a verdadeira solidão, a mais real e completa, aquela que acontece e se esconde no círculo da família e da sociedade? Neste intenso estudo sobre a alma humana e uma das suas mais assustadoras condições, a solidão, Leão Tolstoi volta a imprimir o seu cunho de mestre como leitor e crítico do ser humano, transformando A Morte de Ivan Ilitch numa das mais belas e comoventes obras sobre este tema.

pa_leio #22 - 20 de Janeiro de 2007
As velas ardem até ao fim - Sándor Márai

Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um, passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular...

Essential

Depois de 6 longas semanas e 450 pequenas páginas, dia 16 de Dezembro finalmente falaremos sobre o crime do Padre Amaro. Guardemos as opiniões para essa altura. Por agora venho só deixar uma sugestão para todos os mais resistentes à leitura mas que têm (como é natural!) um desejo profundo de começar a participar no pa_leio, se possível já neste mês de Dezembro.

Lembram-se daqueles resumos (ranhosos) de grandes obras das Edições Europa-América? Sim, amarelos e pretos, esses mesmos. Não tem nada a ver!
Sabem aquelas versões de "tudo aquilo que precisa saber sobre..", que se resumem ao essencial e sem pormenores superfluos? Assim é no "há sempre um livro" de Cláudia Sousa Dias que resume livros como ninguém: brilhantemente!
Vale mesmo a pena espreitar o que ela tem escrito sobre tantos livros nossos conhecidos e outros nem tanto assim.

Para este próximo livro garanto-vos "Muito Bom" na vossa participação se até lá se prepararem lendo o "Essential of Crime do Padre Amaro"! Bom estudo :P

O Presente

(Já sabes o que é o Presente. Já sabes onde o encontrar. E já sabes como é que ele te pode fazer ter mais sucesso e ser mais feliz. Conhecia-lo melhor quando eras mais novo. Simplesmente, esqueceste-te.

O presente não é o passado nem é o futuro. O presente é o momento presente! O presente é agora!

Mesmo nas situações mais difíceis, quando te concentras naquilo que corre bem no momento presente, sentes-te mais feliz, e isso dá-te a energia e a confiança necessárias para lidares com aquilo que corre mal, hoje.

Estar no presente significa desligar-se de todas as distracções e prestar atenção àquilo que é realmente importante, agora. Crias o teu próprio presente com base naquilo a que prestas atenção agora.

É difícil ficar livre do passado se não aprendemos com o passado. Assim que aprenderes a libertar-te do passado melhorarás o presente.

Sempre que estiveres infeliz com o presente ou sentires que não estás a ter sucesso, é porque tens de aprender com o passado ou planear o futuro.

Analisa o que aconteceu no passado. Aprende algo de importante com isso. Usa o que aprendes para melhorar o presente.

Não podes mudar o passado, mas podes aprender com ele. Quando surgirem situações semelhantes, podes agir de forma diferente e gozar um presente mais feliz e mais bem sucedido.

Ninguém pode prever ou controlar o futuro. Mas quanto mais planeares o que queres que aconteça, menos ansiedade sentirás no presente e melhor conhecerás o futuro.

A partir de hoje, vou imaginar como será um futuro maravilhoso. Vou criar um plano realista para fazer com que aconteça. Vou pôr o meu plano em prática no presente.

A maneira como agimos depende do objectivo que temos. Quando queremos ser mais felizes e ter mais sucesso, temos de estar no presente. Quando queremos que o presente seja melhor do que o passado, temos de aprender com o passado. Quando queremos que o futuro seja melhor do que o presente, temos de planear o futuro.

Quando vivemos e trabalhamos com um objectivo em vista, e fazemos o que é importante no presente, tornamo-nos mais capazes de liderar, gerir, apoiar, fazer amigos e amar.

Ter sucesso significa tornar-se a pessoa que se é capaz de ser. E atingir objectivos nobres. Cada um de nós define o sucesso por si próprio.)


O meu pai sabe que eu não alinho muito em livros de "autoajuda" mas mesmo assim deu-me O Presente. E eu li. Todo.

Como conseguiu? Mandou-me numa manhã sonolenta de verão, de férias, para uma repartição da Segurança Social, tratar de papeladas da minha irmana!

Agora que penso.. Qual terá sido o raciocínio?
"leva O Presente porque vais à segurança social"
ou
"vai à segurança social porque tens O Presente para ler"?

Não sei.. mas também vocês o leriam todinho se lá estivessem!

pa_leio #21 - 16 de Dezembro de 2006
O Crime do Padre Amaro - Eça de Queirós


“(...) Amaro achava aquelas unhas admiráveis, porque tudo que era ela ou vinha dela lhe parecia perfeito: gostava da cor dos seus vestidos, do seu andar, do modo de passar os dedos pelos cabelos, e olhava até com ternura para as saias brancas que ela punha a secar à janela do seu quarto, enfiadas numa cana. Nunca estivera assim na intimidade de uma mulher. Quando percebia a porta do quarto dela entreaberta, ia resvalar para dentro olhares gulosos, como para perspectivas de um paraíso; um saiote pendurado, uma meia estendida, uma liga que ficava sobre o baú eram como revelações da sua nudez, que lhe faziam cerrar os dentes, todo pálido.(...)”

Procura-se

Ando à procura ("de ti Senhor.." private) dos meus livros:
"A musica do acaso" - Paul Auster
"Mariana" - Catherine ..
Aceitam-se pedidos de desculpa ("desculpaaaaaa, era eu q o tinha"), desde que acompanhados do próprio livro!

Daqui para a frente o problema está resolvido: criei uma listinha de todos os livros que estão emprestados e a quem! If you don't mind..

É panca! Só pode.

Chegou o momento. É hoje que eu me debruço, à seria, sobre este assunto e admito algo de peculiar que me aflige: eu não suporto a mínima dobra em tudo o que é papel!
Desde um pequeno canto dobrado, a uma mão pouco jeitosa que vinca a folha mal lhe pega, àquelas dobras propositadas e sem critério, a meio e depois novamente a meio (quer dizer, tudo menos a meio) das folhas.
Desde o mais insignificante recibo que sei que vai para o lixo (ecoponto, pois claro) nos próximos 5 minutos, ao meu mais estimado livro.
Livro com cantos ou a própria capa dobrada é o seu assassinato! É qualquer coisa que me provoca mal estar geral, suores e culmina em pânico. Olhando para as minhas estantes não se percebe que livros é que já li (e eu tenho orgulho nisso)! Em contrapartida, para minha tristeza profunda, facilmente se percebe que livros é que já emprestei (o que também não quer dizer que eu não os empreste). Tenho emprestado muitos e as marcas vão ficando :S
Não se ponham para aí a imaginar que pego nos livros com a ponta dos dedos, que os abro num ângulo inferior a 90º e que nem sonho em sair de casa com qualquer um deles... nada disso! Praticamente não saio de casa sem um livro, levando-os para todo o lado (incluindo praia), mexo e remexo neles com todos os dedos que tenho e por vezes até os leio em cima da mesa, quase espalmados (nessas circunstancia tenho cuidado para não dobrar a lombada!).

Podem rir, gozar, ridicularizar! Este tema já há muito que é falado e comentado entre amigos, que no auge da sua histeria até DOBRAM só para me irritar! Não cito nomes.. eles bem sabem quem são!

Enfim, decidi falar sobre isto porque, às vezes, também me apercebo do exagero. Mas é mais forte do que eu e não me tou a ver a ultrapassar isto.
Basicamente imagino me Ricardo Araujo Pereira, tipo: "ei pessoal, eu não aguento papel dobrado" e eles "epa, isso é panca!", e eu "So pode :S", querem ver:

-ei pessoal, eu não aguento papel dobrado..
-epaaaaa, isso é panca!
-so pode..

Cão como nós

Nunca tive um cão.
Tenho medo dos cães quando não os conheço.
Nunca dediquei muita atenção a animais.
Tenho um gato há 15 anos.
Às vezes parece que não me lembro que o tenho.
Às vezes dou por mim a apreciar a companhia que ele me faz.
Gosto do meu espaço e do espaço dele, respeitamo-nos muito nisso.
Não tenho muita paciência para conversas sobre animais "ai o meu gato faz isto" "mas o meu ainda faz aquilo" "e o piriquito!..."


O Manuel Alegre dedicou um livro inteirinho para falar do seu cão, o Kurika. E tanto que eu gostei de ler as aventuras do Kurika, as alegrias que deu, as saudades que ainda hoje todos têm dele.
Entendida que não sou em comportamento e psicologia animal, não o poderei comparar a nenhum outro. Limito me a acreditar e a absorver as palavras do seu dono: "Não era um cão como os outros. Era um cão rebelde, caprichoso, desobediente, mas um de nós, o nosso cão, ou mais que o nosso cão, um cão que não queria ser cão e era cão como nós."


Uma dica:
Para os preguiçosos, desmotivados ou sem-tempo para leituras, este é o livro que precisam! Quando lhe pegamos só o largamos depois de lido. O tempo que se demora é variável, no minimo 40 minutos (para o ler uma vez) até ao máximo de 400 minutos (para o ler repetidamente).


N.1




Que bem que me vai saber dizer isto:

Nicholas Sparks não presta!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não há coisa mais lamechas, mais previsível, mais básica e monótona que qualquer romance que este autor nos ofereça. Alguns livros são bestsellers, alguns livros passaram a filmes, não interessa!

E eu posso dizer isto com conhecimento de causa, ora vejam os livros que já li dele:
As palavras que nunca te direi
Corações em silêncio
O diário da nossa paixão
Um momento inesquecível
Ele tem mais, mas por favor, não mos ofereçam, não me convençam, não os mencionem. Acabou-se!


Admito que existam por aí alguns fãs, a estes tenho uma palavrinha a dar: não se sintam melindrados com esta minha opinião. Para todos os efeitos neste espaço sinto me livre e vocês têm sempre o oportunidade de me contrariar com comentários. I'll be happy to "read" you!

a teoria do REJECTED

A pedido de várias famílias (vá, uma pessoa) surgiu a necessidade de criar a rúbrica do REJECTED. Aqui falaremos de livros, autores, editoras que simplesmente podemos ignorar! A sério, não percam o vosso tempo... com tanta coisa que há para fazer.


Rejeitar uma editora até parece abuso mas agora que penso.. há paí uma que eu facilmente eliminava.. any guess?

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